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Questão #717 -- Direito Penal Crimes Contra a Administração Pública

São tipos penais contra a administração pública, EXCETO

Questão #2001 -- Língua Portuguesa Significação das Palavras

Na frase de César Augusto – “Apressa-te devagar.” – há a presença de um paradoxo, ou seja, o emprego de palavras que contrariam a lógica ou o senso comum, o que também ocorre na seguinte frase de Machado de Assis:

Questão #1232 -- Informática Suítes de Escritório

Para subsidiar a discussão de uma proposta de alteração da Lei Orçamentária Anual (LOA), um Assessor Legislativo precisa criar uma tabela comparativa no computador da ALE-GO. Essa tabela deve conter os valores orçados e executados dos últimos cinco anos para determinada secretaria estadual, permitir a realização de cálculos automáticos (como percentuais de execução e variações) e gerar gráficos para anexar ao relatório de análise.

O tipo de arquivo digital mais adequado para a criação, manipulação e análise desses dados numéricos e para a geração dos gráficos correspondentes é

Questão #2077 -- Raciocínio Lógico Matemático Aritmética e Álgebra

Neide comprou 3 números da rifa A e 2 números da rifa B e pagou ao todo R$ 86,00. Marcelo comprou 2 números da rifa A e 3 números da rifa B e o total foi de R$ 99,00. Já Odete comprou 3 números de cada rifa e pagou ao todo

Questão #264 -- Língua Portuguesa Sintaxe

Amigos para o bem e para o mal

Costumamos dizer que é na hora do perrengue que se conhece um verdadeiro amigo. Ele seria a pessoa que não larga nossa mão quando estamos por baixo. Concordo, desde que se leve em conta o outro lado: amigo suporta, igualmente, estar com a gente quando brilhamos. A amizade só se revela no intercâmbio de posições e em diferentes contextos.

Partimos da constatação freudiana de que não há relação isenta de ambivalência e que o amor e o ódio andam de mãos dadas. É através do amor que superamos nossa tendência a controlar ou destruir o outro por medo de que ele nos controle ou destrua antes. A paranoia diante da alteridade está sempre pronta a ser engatilhada; o amor a desarma.

Ele permite que a inveja dê lugar à admiração, sabendo que a primeira está sempre à espreita. Somos crianças egocêntricas que só aprendemos a dividir os brinquedos com prazer sob a condição de um insight: ser o dono da bola não é tão legal quanto ter alguém com quem jogar.

Inveja, ciúme, competição, raiva... as amizades vêm com a paleta completa de afetos humanos, acirrados pela proximidade, pelo convívio e pela longevidade das relações. O que as torna especiais é que nelas o cuidado, a empatia e a intimidade dão mais prazer do que nossa costumeira mesquinhez. Daí que ver o amigo brilhar, quando não consideramos nosso umbigo o centro do universo, pode ser fonte de um genuíno prazer.

Da mesma forma, vê-lo sofrer é dilacerante (e perdê-lo, impensável). A condição para ser um amigo digno do título é que o sadismo diante do sofrimento alheio não roube a cena. Reitero que não existe aqui nenhuma expectativa de que sejamos seres superiores, livres das limitações humanas, mas que o amadurecimento nos permite reconhecê-las, evitar que transbordem em atos danosos e, acima de tudo, desfrutar do prazer de amar e ser amado pelo outro.

O mesmo critério deveria servir para familiares, conhecidos e colegas. Mas estes têm que galgar muitos degraus para receber o especialíssimo título de amigo. A amizade é contingente e implica trocas íntimas e duradouras nas quais podemos nos fiar, quase sempre. Amigos também comem bola, mas ganham no saldo final e por insistência.

Nossos amigos não precisam ser as melhores pessoas do mundo. Basta que sejam as melhores pessoas do nosso mundo. Isso permite que mesmo os bizarros, os malas sem alça e os perdidos de plantão tenham direito a relações significativas na vida. (Considerando que todos somos um pouco bizarros, malas e perdidos, é bom que haja quem nos aguente.)

No fim das contas, amigo mesmo é aquele que sobrevive ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sem sadismo nem inveja demais, e com disponibilidade amorosa ao longo da vida.

Assinale a alternativa cuja reescrita proposta esteja sintaticamente INCORRETA.

Questão #1614 -- Tecnologia da Informação Banco de Dados

De acordo com a primeira forma normal do modelo relacional, atributos compostos por vários valores são representados diretamente em uma tupla e em suas relações nas tabelas do banco de dados.

Questão #758 -- Língua Portuguesa Sintaxe

https://g1.globo.com

Quase 90% das mulheres mortas por feminicídio no Piauí entre janeiro de 2022 e abril de 2025 não denunciaram os agressores à polícia, segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública do estado (SSP-PI) divulgado nesta segunda-feira (8).

Os dados fazem parte da Biografia da Vítima de Feminicídio, produzida pela Gerência de Análise Criminal Estatística (Gace), e mostram que 87,85% das vítimas não haviam registrado boletim de ocorrência contra os agressores.

A SSP alerta que o feminicídio costuma ser precedido por diferentes formas de violência. “O ciclo começa com xingamentos, ciúmes excessivos, piadas ofensivas, ameaças, controle, assédio sexual, chantagem, mentiras, ofensas e humilhações públicas”, informou o órgão. “Em seguida, o agressor passa a cometer agressões físicas, como beliscões, arranhões, empurrões e chutes, além de destruir objetos da vítima. No estágio mais grave, há confinamento, lesões corporais, ameaças com armas, abuso sexual, espancamento e ameaça de morte. Por fim, ocorre o feminicídio”, detalhou.

A SSP, a Defensoria Pública, o Tribunal de Justiça e a Secretaria das Mulheres do Piauí lançaram a cartilha “Você denuncia, o estado acolhe”. O material reúne informações simples e diretas sobre como denunciar casos de violência, os direitos das vítimas e os serviços disponíveis.

A cartilha está disponível online, no site da SSP e nas redes sociais do órgão, por meio de QRCode. O objetivo é facilitar o acesso às informações, incentivar denúncias e reforçar o apoio às vítimas.

Sobre a análise das vozes verbais da frase: “o feminicídio costuma ser precedido por diferentes formas de violência”, assinale a opção incorreta.

Questão #2175 -- Direito Penal Aplicação da Lei Penal

Lei posterior que deixe de considerar crime determinado fato faz cessarem tanto os efeitos penais quanto os efeitos cíveis de eventual sentença condenatória.

Questão #2250 -- Língua Portuguesa Coesão e Coerência Textual

Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025

Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.

Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.

O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?

Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.

O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.

Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.

No quinto parágrafo, os termos “aquele” (primeiro período) e “Ele” (segundo período) têm o mesmo referente.

Questão #114 -- Direito Penal Teoria Geral do Crime

Assinale a alternativa que apresenta o estado de ânimo que exclui a imputabilidade penal.