Questão #329 -- Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos

O RIO DA MINHA ALDEIA

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,

Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia

Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.

 

O Tejo tem grandes navios

E navega nele ainda,

Para aqueles que vêm em tudo o que lá não está,

A memória das naus.

 

O Tejo desce de Espanha

E o Tejo entra no mar em Portugal.

Toda a gente sabe isso.

 

Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia

E para onde ele vai

E donde ele vem.

E por isso, porque pertence a menos gente,

É mais livre e maior o rio da minha aldeia.

 

Pelo Tejo vai-se para o mundo. 

Para além do Tejo há a América 

E a fortuna daqueles que a encontram. 

Ninguém nunca pensou no que há para além 

Do rio da minha aldeia.

 

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada. 

Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

Após a leitura do Texto III, é legítimo estabelecer uma relação com os dois textos anteriores. Em cada situação, há a possibilidade de leituras alternativas da mesma realidade, o que nos leva a dizer que:

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